EBD – Lição 13 – Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter

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LIÇÃO 13

JESUS CRISTO, O MODELO SUPREMO DE CARÁTER

25 de junho de 2017

Professor Alberto

 

TEXTO ÁUREO

 

“[…] E o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” (Is 9.6)”.

 

 

VERDADE PRÁTICA

 

Como Homem, Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito, suportando as fraquezas humanas, sem dar lugar ao pecado.

 

 

COMENTÁRIO DO TEXTO ÁUREO

 

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” (Is 9.6)”.

O contexto do nosso texto áureo está no livro do Profeta Isaías capítulo 9 entre os versículos 1 a 7 onde está descrito o advento e o poder do Messias.

Vejamos o comentário do teólogo Ph. D., Russell Norman Champlin que escreve sobre Isaías 9.6: “O profeta falara sobre a paz que o Messias traria (vss. 3-5). O Rei é quem traria a paz universal, o fim da contenda causada pelo pecado e pela injustiça. Descrições:

  1. Um menino nasceria. O menino seria o Libertador, diferente dos sinais dados por outras crianças: Isa. 7.3; 7.14 (Emanuel) e 8.1,3. Naturalmente, uma das interpretações de Isa. 7.14 faz Emanuel ser um dos nomes do menino referido em Isa. 9.6. Como cumprimento dessa tremenda profecia, temos as histórias do nascimento virginal (Mat. 1 e Luc. 2). Ligada ao menino, também nos cumpre entender a encarnação, uma das grandes doutrinas cristãs. Isso armou palco para a missão do Messias, e a encarnação foi a rota escolhida para Sua manifestação. Da mesma sorte que Ele compartilhou nossa natureza humana, também haveremos de compartilhar Sua divindade (ver II Ped. 1.4)…

Esse menino nos foi “dado” como dádiva indizível (ver II Cor. 9.15) e nos trouxe o dom da salvação.

  1. Governo. A renovação do trono davídico, o qual, por sua vez, fala do reinado universal do Messias. O governo estaria sobre os Seus ombros, possivelmente referindo-se às vestes que assinalavam o Seu ofício. Ele possuía todas as insígnias reais: o cetro, a espada, a chave. As descrições que se seguem mostram que Ele é um Rei sem rivais. Diz aqui o original hebraico, literalmente: “a carga da autoridade” (governo). A chave estaria em Seus ombros (Is 22.22). Essa era a pesada chave do palácio presa a um laço pendurado no ombro, simbolizando o poder de fechar ou abrir, promover ou fazer cessar uma atividade, pois a chave abria a porta principal( Mt 16.19 e Ap 3.7).
  2. Seu nome augusto. Na realidade, devemos pensar em uma série de títulos… O Rei era dotado de títulos nobiliárquicos, entre os quais:
  3. Maravilhoso Conselheiro. Alguns estudiosos separam essas palavras, fazendo de cada uma delas um título do Messias, e, se assim devemos compreender o texto, então temos cinco títulos. Porém, é melhor entender as duas palavras como um único título. Nisso se demonstra a sabedoria de Cristo. Não existem problemas, nos céus ou na terra, que Ele não possa resolver. …
  4. Deus Forte (no hebraico, El Gibor; o Poder que prevalece). Reduzir isso a “divino em poder” ou “parecido com um deus” é perverter o título. A expressão ensina a deidade do Messias, que se elevava muito acima de todas as expectações judaicas. Mediante aplicação, podemos ver no menino (filho) o Ser divino, falando então da doutrina da Trindade; …
  5. Pai Eterno. Nada existe de errado em chamar o Messias de Pai, porquanto é isso o que Ele é, em relação a Israel e à igreja. Existem pais da nação israelita e pais da igreja, mas Ele é o Pai diante de quem todos os outros são meros filhos. Esse termo só causa perturbação aqui se insistirmos na doutrina da Trindade, com sua fórmula de Pai, Filho e Espirito Santo. A devida eternidade de Deus Pai é ensinada mediante este título, o qual não deveria ser reduzido a um “pai para sempre”, ou seja, a ideia de que Ele sempre cuida de Seu povo, composto por Seus filhos. Esse é um bom significado, naturalmente, mas fica muito aquém do sentido do título. Falar do Ser divino como algo menor do que eterno é uma contradição de termos. A Septuaginta e a Vulgata Latina dizem aqui “Pai da era vindoura”, mas isso exagera um pouco. Diz o original hebraico, literalmente, “Pai da era eterna”, ou seja, Pai da eternidade.
  6. Príncipe da Paz. Dizem aqui alguns estudiosos, “Príncipe da Prosperidade”, que pode ser o significado da frase; mas a maioria prefere ficar com a ideia de Príncipe da Paz. Seja como for, os benefícios que Ele dá devem incluir a paz, conforme se vê claramente nos vss. 3-5, onde Ele é retratado como um guerreiro que derrota todos os inimigos e queima todos os implementos de guerra… É em Cristo que encontramos paz com Deus (Rm 5.1). Ele acalma o conflito universal (Cl 1.20). Ver também Ez 34,24; 37.25; Dn 9.25; Zc 9.9,10 e Sl 45.5.

E notável e inexplicável que este tão augusto versículo não tenha sido citado uma vez sequer em todo o Novo Testamento. Por outro lado, ele tem feito parte da cristologia desde o princípio… Isaías, tal como os demais profetas do Antigo Testamento, não tinha consciência da distinção entre o primeiro e o segundo advento de Cristo, pelo que as descrições que se seguem não distinguem entre os dois adventos.” (CHAMPLIN, O Velho Testamento Interpretado – Versículo por Versículo. Ed. Hagnos, 2ª Ed. 2001, P. 2819-2820).

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

 

Mateus 1.18, 21-23; 3.16,17

18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.

21 E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.

22 Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz;

23 Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco.

 

MATEUS 3.16,17:

16 E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.

17 E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.

HINOS SUGERIDOS: 3,41, 412 da Harpa Cristã

 

 

OBJETIVO GERAL

 

Mostrar que Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito.

 

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

 

Professor, vamos concluir o trimestre estudando a respeito do Homem mais importante de todos os tempos — Jesus.

Sua vinda a este mundo se deu deforma sobrenatural e foi tão significativa e marcante que a História foi dividida em duas partes: antes de Cristo e depois.

Como Homem, Jesus teve um desenvolvimento e um caráter perfeito que refletia a sua natureza divina.

Até os 30 anos, Ele viveu como todo judeu.

Foi apresentado no Templo por seus pais, participou das festas judaicas, trabalhou como carpinteiro, pagou impostos e teve uma vida sociável, indo a jantares na casa dos amigos e a festas de casamento.

Por isso, Jesus deve ser nosso modelo e referência como Homem e servo.

Que possamos seguir sempre os seus passos, glorificando o seu nome.

 

PONTO CENTRAL

 

Como Homem, Jesus demonstrou ter um caráter perfeito.

 

 

INTRODUÇÃO

 

Nesta lição, refletiremos a respeito de Jesus, o Homem de caráter perfeito.

É impossível descrever a grandeza de lua personalidade e do seu caráter com palavras meramente humanas.

Sua entrada no seio da raça humana, que se achava em miséria espiritual, não somente significou Deus entre nós, o Emanuel (Mt 1.23), mas o cumprimento da promessa do Criador de redimir o homem no Éden.

Ele se humanizou como “a semente da mulher” que haveria de ferir a cabeça do Diabo (Gn 3.15).

 

 

I – JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM

 

  1. Sua origem humana.

Jesus se fez homem a fim de remir o homem perdido, através do mistério da encarnação.

Ele, o Verbo Divino se fez carne “e habitou entre nós” (Jo 1.14).

Ele nasceu como homem no tempo (gr. Kairós) de Deus. Diz Paulo: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos” (Gl 4.4,5).

 

  1. Sua entrada no mundo.

Foi marcada por eventos de caráter espiritual e humano de grande significado.

O anjo Gabriel foi enviado à pequena cidade de Nazaré, na Galileia, para anunciar à jovem Maria que ela seria mãe do Salvador do mundo, e que Ele seria gerado pelo Espírito Santo (Lc 1.30,31; 34,35).

Ao ser concebido Jesus se fez Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus.

 

  1. Seu desenvolvimento humano e espiritual.

Seu caráter singular é modelo e referência para todos os homens em todos os lugares e em todos os tempos.

Em sua infância e adolescência, sua criação foi esmerada: “E o menino crescia e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. Ora, todos os anos, iam seus pais a Jerusalém, à Festa da Páscoa” (Lc 2.40,41).

Dos doze aos trinta anos, Jesus exerceu o ofício de carpinteiro, aguardando o momento de iniciar seu ministério terreno em prol da salvação da humanidade.

Seu caráter humano refletia a sua natureza divina.

Ele foi apresentado ao mundo como “O Verbo” que “era Deus”, sendo Criador de todas coisas, pois “Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.1-3).

 

 

SÍNTESE DO TÓPICO I

 

Jesus de Nazaré foi e é o Filho do Homem.

 

 

SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO

 

Filho do Homem

De todos os seus títulos, ‘Filho do Homem’ é o que Jesus preferia usar a respeito de si mesmo. E os escritores dos evangelhos sinóticos usam a expressão 69 vezes. O termo ‘filho do homem’ tem dois possíveis significados principais. O primeiro indica simplesmente um membro da humanidade. E, neste sentido, cada um é um filho do homem. Tal significado era conhecido nos dias de Jesus e remonta (pelo menos) aos tempos do livro de Ezequiel, onde é empregada a fraseologia hebraica bem’ adam, com significado quase idêntico. Essa expressão, na realidade, pode até mesmo funcionar como o pronome da primeira pessoa do singular, ‘eu’ (cf. Mt 16.13).

Por outro lado, a expressão é usada também a respeito da personagem profetizada em Daniel e na literatura apocalíptica judaica posterior. Essa personagem surge no fim dos tempos com uma intervenção dramática, a fim de trazer a este mundo a justiça de Deus, o seu Reino e o seu julgamento. Daniel 7.13,14 é o texto fundamental para esse conceito apocalíptico”! (HORTON, Stanley. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 310).

 

 

II – SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO

 

  1. O caráter exemplar de Jesus.

Em seu ministério, Jesus demonstrou aspectos do seu caráter que são referência e modelo para todos os que o aceitam como Senhor e Salvador.

Suas ações revelam tanto o lado divino como o lado humano de sua personalidade marcante e singular.

 

a) Humildade e mansidão.

Para iniciar o seu ministério, foi até o rio Jordão para ser batizado por João Batista.

Este sentiu-se constrangido, dizendo que Jesus é que deveria batizá-lo.

Mas Jesus insistiu com João para que o balizasse, a fim de cumprir “toda a justiça” (Mt 3.13-15).

Ele implantou a “escola da mansidão e da humildade”, convidando a todos para aprenderem com Ele (Mt 11.28-31).

Sendo Deus, Criador e Senhor, despojou-se de seus atributos divinos, tornou-se homem e servo, humilhando-se “até à morte” (Fp 2.6-8).

Jesus surpreendeu os discípulos quando fez um trabalho de escravo, lavando os pés de todos eles (Jo 13.3-5).

Mansidão e humildade são requisitos indispensáveis para quem quer ser discípulo de Jesus.

 

b) Misericórdia e compaixão.

Ele teve compaixão das multidões, que andavam desgarradas como ovelhas sem pastor (Mt 9.36).

Curou muitos que sofriam com enfermidades (Mt 14.14).

Ele se compadeceu das pessoas famintas (Mt 15.32).

Na parábola do Bom Samaritano, Jesus pôs em evidência a insensibilidade dos religiosos que não tinham compaixão pelos caídos à beira do caminho (Lc 10.30-37).

Hoje, infelizmente, muitos que se dizem cristãos têm mais preocupação com riquezas, posições e prestígio pessoal do que com as almas atacadas pelo Maligno.

 

c) Espírito pacificador.

Jesus conhecia bem a natureza humana sujeita as desavenças e desentendimentos, mesmo entre os irmãos.

Por isso, Exortou: “Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, vai reconciliar-te primeiro com teu Irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta” (Mt 5.23,24).

De forma mais prática, ele reproduziu a mensagem do salmo 133, tão esquecida nos dias atuais.

Paulo aconselha-nos a ter paz com todos, sempre que possível (Rm 12.8; Hb 12.14).

 

  1. Na prática, Ele demonstrou o leu imenso amor pelos pecadores.

Os fariseus queriam matar a mulher adúltera. Jesus a perdoou e ordenou que não pecasse mais (Jo 8.11).

Aos seus discípulos, ensinou: “Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor” (Jo 15.9).

Ele declarou ao doutor da lei que o maior dos mandamentos é amar a Deus acima de tudo, e o segundo, é amar ao próximo como a si mesmo (Mt 22.34-40).

O amor é “a marca do cristão” (Jo 13.34,35).

 

  1. Seu caráter é referência para a Igreja.

Ele disse: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13.15).

Em seu aspecto espiritual, como corpo de Cristo, a Igreja não tem defeito.

Ela é “igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” (Ef 5.27).

No aspecto humano, porém, como organização existem as “igrejas”, formadas por homens mortais, falíveis e sujeitos a erros e pecados. Jesus é “o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo 14.6).

 

 

SÍNTESE DO TÓPICO II

Como Filho do Homem, Jesus teve um ministério e caráter supremo.

 

 

SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO

 

O Ministério Terreno de Cristo

Cristo se fez Homem e Servo. Sendo rico, fez-se pobre; sendo santo, foi feito pecado (2 Co 5.21). Fez-se maldição (Gl 3.13) e foi contado com os transgressores. Sendo digno, consideraram indigno. Foi, ainda, feito menor que os anjos, que devem ter ficado espantados ao verem Deus encarnado, como servo, sendo tentado, sofrendo escárnio e crucificado. Mas, depois de tudo, viram entronizado e glorificado.

 

 

Após seu batismo, Jesus inicia seu ministério. João Batista não via necessidade de que Ele fosse batizado: sentiu-se inferior e sabia que Jesus não tinha pecado — Ele não precisaria passar por um batismo de arrependimento nem tinha de que se arrepender, mas Jesus fez questão de ser batizado, num ato de obediência e para cumprir toda a justiça, deixando-nos o exemplo (Mt 3.14,15). Seu ministério foi exercido na plenitude do Espírito. Após ter sido batizado por João, Jesus foi impelido pelo Espírito Santo, a fim de jejuar quarenta dias e quarenta noites no deserto. Nesta fase de jejum, oração e meditação num lugar solitário, preparado pelo Espírito Santo, Ele teve o seu preparo espiritual.

 

O ministério de Jesus durou cerca de três anos. O cálculo da duração é feito com base nas festas pascais em que Ele esteve. O início de seu ministério se deu na véspera de uma Páscoa; depois, participou de mais duas e morreu na véspera de outra. O primeiro ano foi o da obscuridade; o segundo, o do favor público e o terceiro, o da oposição” (SILVA, Severino Pedro da. Teologia Sistemática Pentecostal. 1.ed, Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 142).

 

III – A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO

 

  1. A morte de Cristo, exemplo supremo de amor.

O significado de sua morte pode ser resumido no que Ele próprio disse a Nicodemos: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que’ deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

Através de sua morte, Jesus, fiel Sumo Sacerdote, propiciou a reconciliação do homem com Deus (Hb 2.17).

Na cruz, Ele revelou o auge de seu caráter amoroso e perdoador.

Antes do último suspiro, clamou a Deus: “E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem […]” (Lc 23.34).

 

  1. A ressurreição de Jesus e a sua vinda em glória.

Na ressurreição, o caráter humano foi absorvido pelo caráter divino.

Se para fazer-se homem despojou-se de sua glória, na ressurreição retomou a plenitude de sua grandeza divina, e venceu todas as forças do mal, resultantes da Queda do homem (1Co 15.19-26).

 

SÍNTESE DO TÓPICO III

 

Jesus veio ao mundo, morreu, ressuscitou e voltará novamente para buscar aqueles que são seus.

 

 

CONHEÇA MAIS

 

Jesus

“O ministério terreno de Jesus começou na cidade de Belém, na província romana da Judeia. A ameaça à vinda do Rei Jesus, quando menino, levara José a reunir a família e fugir para o Egito, mas, ao retornarem. Deus recomendou que se estabelecessem em Nazaré, na Galiléia. Com aproximadamente 30 anos, Jesus foi balizado no rio Jordão e, logo depois, foi tentado por Satanás no deserto da Judeia. Então, Jesus principiou seu trabalho em Cafarnaum, e passou a ministrar por toda a Israel, proferindo parábolas, ensinando sobre o Reino e curando os enfermos.” Para conhecer mais leia. Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD, p. 1210.

 

 

SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO

 

A morte de Cristo foi voluntária

“Jesus não foi forçado à cruz. Nada fez contra a sua vontade. Submeteu-se à aflição espontaneamente. Humilhou-se até à morte, e morte de cruz. Deixou-se crucificar. Que graça espantosa por parte daquEle que tudo podia fazer para evitar tamanho suplício. Ele tinha o poder de entregar a sua vida e tornar a toma-la — e de fato fez isso. Sim, eterno Salvador não foi forçado ao Calvário, mas atraído para ele, por amor a Deus e à humanidade perdida.

 

Sua morte foi vicária e sem dúvida, o profeta Isaías tinha em mente o cordeiro pascal, oferecido em lugar dos israelitas pecadores. Sobre a cabeça do cordeiro sem mancha realizava-se uma transferência dupla. Primeiro, assegurava-se o perdão divino mediante o santo cordeiro, oferecido e morto. Segundo, o animal, sendo assado, servia de alimentação para alimentar o povo eleito. O sacrifício de Cristo foi duplo: morreu para nos salvar, e ressuscitou para nossa justificação. Cristo também é o Pão da vida, o nosso ‘alimento diário’.

 

Sua morte foi cruel. Ele foi levado ao matadouro, esta palavra sugere brutalidade. Não é de admirar que a natureza envolvesse a cruz em um manto de trevas, cobrindo, assim, a maldade dos seres humanos.

 

José de Arimateia, conseguiu permissão de Pilatos para tirar o corpo da cruz. E, com Nicodemos, levando quase cem arráteis dum composto de mirra, aloés, envolveram o corpo do Senhor em lençóis com as especiarias, como era costume dos judeus. Havia no horto daquele lugar um sepulcro em que ainda ninguém havia sido posto. Ali puseram Jesus (Jo 19.38-42). Sepultar os mortos era considerado um ato de piedade. Também era comum que se sepultassem os mortos no mesmo dia de seu falecimento. O corpo de um homem executado não tinha permissão de ficar pendurado na cruz a noite inteira (Dt 21.23), pois isso, para a mente judaica, poluiria a terra. Às seis horas, começaria o sábado da semana da Páscoa, durante a qual estava proibida qualquer execução” (SILVA, Severino Pedro da. Teologia Sistemática Pentecostal. 1.ed, Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 156).

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Jesus é o maior e mais excelente personagem da História.

Não é fácil descrevê-lo, não tanto por falta de dados e informações, mas por causa de sua grandeza, de sua personalidade singular e de seu caráter inigualável.

Não poderia ser diferente. “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. E ele é a cabeça do corpo da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência” (Cl 1.16-18).

 

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