EBD – Lição 01 – A Formação do Caráter Cristão

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LIÇÃO 01
A Formação do Caráter Cristão

02 de abril de 2017
Professor Alberto

TEXTO ÁUREO

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.” (Gl 2.20)

 

VERDADE PRÁTICA

 

O homem nascido de novo tem o seu caráter transformado pelo Espírito Santo.

 

COMENTÁRIO DO TEXTO ÁUREO

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.” (Gl 2.20)

Nosso primeiro texto áureo deste 2º trimestre (abril, maio e junho de 2017) está inserido no capítulo 2 da Epístola do Apóstolo Paulo aos Gálatas. É importante que o professor solicite aos alunos que corrijam o texto áureo, que na lição está impresso como Gl 5.20 sendo que o correto é Gl 2.20.

“Algumas traduções põem as palavras «…Já estou crucificado com Cristo…» no final do décimo nono versículo. Mas as próprias palavras ensinam-nos que a morte para lei equivale à crucificação juntamente com Cristo. Há outras traduções que colocam essas palavras no princípio do versículo vinte (como está no nosso texto áureo).

A crucificação com Cristo é a participação na sua morte e na sua vida. Isso é uma verdade. A morte para a lei se dá por causa de nossa identificação com a morte de Cristo; e a nossa vida espiritual está ligada tanto com a morte para com a lei como com nossa participação na morte de Cristo, em um sentido mais amplo. E esse sentido mais amplo inclui os seguintes pontos:

  1. A morte para o pecado e para o princípio pecaminoso, o que é frisado em todo o sexto capítulo da epístola aos Romanos;
  2. A morte para a lei, sendo está aquele princípio que dá vigor ao pecado (o que é a mensagem do sétimo capítulo da epístola aos Romanos);
  3. A vitória sobre os poderes malignos espirituais. (Cl 2:14,15);
  4. A morte para o eu, para a carne, para as ambições carnais e para os impulsos pecaminosos. (Rm 6:6,11, bem como outros versículos desse mesmo capítulo);
  5. Quando por ocasião dessa morte, o poder da morte espiritual fica anulado, e a alma crente fica liberta para ter a vida espiritual, e, finalmente, a completa vida eterna.

Assim é que nos ensina este versículo, diretamente. (Ver igualmente o trecho de Rom. 6:22, onde a vida assim obtida produz fruto «…para a santificação, e, por fim a vida eterna”).

«… e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim…» – a forma de vida salientada neste versículo é a «vida soteriológica», isto é, aquela vida espiritual que atualmente já possuem os crentes, mediante a atuação do Espírito Santo. Essa é a terceira forma de «viver», conforme as notas relativas ao décimo nono versículo, quase no último parágrafo. Essa vida, conforme fica demonstrado no trecho de Romanos 6:22, bem como na mensagem geral do evangelho de Cristo, tem por fruto a vida eterna. Trata-se da «vida eterna desde agora», que tem o poder inerente de produzir a vida eterna em seu aspecto imortal…

A expressão «Cristo vive me mim» é constantemente empregada por Paulo, uma expressão de comunhão de vida, da vida de Cristo, a qual os crentes participam, compartilhando assim da própria vida e essência do Senhor Jesus. …

«…não mais eu…» – essas palavras mostram-nos que esse morrer e esse viver espirituais estão muito além do alcance do indivíduo que conta apenas com os seus próprios recursos. Isso requer a transformação divina, a influência e a permanência habitadora de Deus. Porém, em tudo isso, é mister a cooperação da vontade humana. Um homem precisa corresponder ao Espírito, a cada passo que deve ser dado na direção de Deus; e cada degrau desse desenvolvimento só pode ser alçado em agonia, porquanto a queda do homem foi profunda e a corrupção do gênero humano é grande.

«…vivo pela fé no Filho de Deus…» – neste ponto vemos que a fé deve ser focalizada «…no Filho de Deus…». Acerca disso, apresentamos as seguintes considerações:

  1. Alguns estudiosos traduzem aqui «na fé que tem por objeto o filho de Deus».
  2. Outros eruditos preferem pensar no caso instrumental: «Vivo pela fé no Filho de Deus». Isso é possível, de acordo com a índole do grego original; e a ideia básica em nada será alterada. Pois vivemos tanto «na esfera» da fé, sendo nutridos por ela, sendo transformados por ela, como também vivemos «pela fé», por ser esse o instrumento da vida, o veículo através do qual o Espírito de Deus tem acesso à alma, a fim de que possa transformá-la.

3.Ainda outros preferem dizer: «Vivo pela fé ‘do’ Filho de Deus». Por igual modo, essa é uma tradução possível. As preposições do grego «koiné» eram extremamente flexíveis, podendo ser compreendidas de diversas maneiras. Isso poderia significar que a fé é o «instrumento» da vida, que ela «pertence a Cristo», e que agora é proporcionada aos crentes”. (Adaptado R. N. Champlin – Vol. 4 – pag. 460-462).

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Efésios 4.17-24

17 E digo isto, e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam também os outros gentios, na vaidade da sua mente.

18 Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração;

19 Os quais, havendo perdido todo o sentimento, se entregaram à dissolução, para com avidez cometerem toda a impureza.

20 Mas vós não aprendestes assim a Cristo,

21 Se é que o tendes ouvido, e nele fostes ensinados, como está a verdade em Jesus;

22 Que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano;

23 E vos renoveis no espírito da vossa mente;

24 E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade.

OBJETIVO GERAL

Mostrar como se dá a formação do caráter cristão.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

I – A Reconhecer o caráter na realidade do homem;

II – Mostrar como se deu a deformação do caráter humano;

III – Explicar a redenção do caráter humano.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Prezado professor, neste trimestre teremos a oportunidade ímpar de estudar a respeito da formação do caráter cristão.

Você tem evidenciado Cristo mediante suas ações e palavras?

Então, não terá dificuldade alguma em trabalhar com os temas das lições.

O comentarista do trimestre é o pastor Elinaldo Renovato de Lima, autor de diversos livros e líder da Assembleia de Deus em Parnamirim, RN.

Elinaldo Renovato de Lima, Ministro do Evangelho, Professor universitário e Bacharel em Ciências Econômicas, é o comentarista da Revista de Lições Bíblicas Adultos da CPAD.

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Atualmente, é pastor titular da ADPAR – Assembleia de Deus em Parnamirim/RN, membro da Convenção Estadual de Ministros da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Rio Grande do Norte (CEMADERN) e membro da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB).

Além disso, o pastor é autor várias outras obras, todas publicadas pela CPAD.

Que mediante o estudo de cada lição, você e seus alunos e possam evidenciar os valores do Reino em meio a uma geração que tem rejeitado os princípios divinos.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

Neste trimestre, teremos a oportunidade ímpar de estudar a respeito do caráter.

Todo ser humano tem caráter, seja ele bom, seja ele mau, exemplar, ímpio ou santo.

Deus criou o homem bom e perfeito, mas o pecado maculou o seu caráter. Por isso, todos necessitam de uma transformação espiritual e moral.

Veremos que somente o Deus de toda a perfeição, mediante o Filho, pode transformar o caráter de uma pessoa.

 

PONTO CENTRAL

Quando, pela fé, recebemos Jesus, o Espírito Santo transforma nosso caráter.

 

I. O CARÁTER NA REALIDADE DO HOMEM

  1. O que é caráter?

Segundo o Dicionário Aurélio, caráter é “o conjunto das qualidades (boas ou más) de um indivíduo, e que lhe determinam a conduta e a concepção moral”.

O caráter é a característica responsável pela ação, reação e expressão máxima da personalidade. É a maneira de cada pessoa agir e expressar-se.

Tem a ver com os princípios, valores e ética de cada um.

  1. Personalidade e caráter.

A personalidade pode ser definida como sendo a qualidade do que é pessoal.

Ela é a nossa maneira de ser, ou seja, aquilo que nos distingue de outra pessoa.

O caráter não é herdado.

Ele é construído mediante a formação que recebemos.

Por isso, a Palavra de Deus adverte: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se esquecerá dele” (Pv 22.6).

SÍNTESE DO TÓPICO (I)

Deus criou o homem provido de caráter.

SUBSÍDIO DIDÁTICO

Inicie o tópico fazendo a seguinte pergunta:

“O que é caráter?”

“Existe pessoa sem caráter?”

Ouça os alunos com atenção.

Incentive a participação de todos.

Diga que caráter significa marca, sinal de distinção.

Em seguida leia e comente com eles a definição de caráter apresentada na seção Conheça Mais.

CONHEÇA MAIS

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Caráter moral

[Do lat. Charactere do gr. kharacktér, marca, sinal de distinção.]

Natureza básica do ser humano que o torna responsável por seus atos tanto diante de Deus como diante de seus semelhantes.

O caráter moral tem como ressonância elementar a consciência que, como a voz secreta que temos na alma, aprova ou reprova nossas ações.

Dicionário Teológico, Claudionor de Andrade, CPAD, p. 75.

II. A DEFORMAÇÃO DO CARÁTER HUMANO

 

  1. A Queda e o caráter humano.

Deus fez o homem perfeito, em termos espirituais, morais e físicos.

No ato divino da Criação, Ele disse: “Façamos o homem à nossa imagem” (Gn 1.26).

Fomos criados à “imagem” e “semelhança” do Criador, logo não podemos nos esquecer que refletimos a glória divina.

Se tivermos um caráter santo. Deus será louvado por intermédio de nossas ações.

  1. Imagem e semelhança de Deus.

O homem era, no seu estado original, uma imagem, ou representação perfeita de Deus.

Adão e Eva possuíam atributos morais tais como amor, justiça, santidade, retidão.

Tudo à semelhança de Deus.

Não resta dúvida de que, ao criar o homem à sua “imagem”, e conforme a sua “semelhança”, Deus imprimiu nele as marcas de sua personalidade santa, amorosa e justa.

  1. A deformação do caráter humano.

O homem foi criado perfeito em toda a sua constituição: espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23).

Porém, quando o homem deu lugar ao Diabo, e desobedeceu a Deus, caiu da graça divina. A Queda levou-nos a perder a semelhança moral com o Criador.

Observe as consequências do pecado:

  1. a) No relacionamento com Deus.

O pecado desfigurou o homem, cortando a ligação direta com seu Deus: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23).

O pecado passou a todos os homens (Rm 5.12; SI 51.5).

As repercussões e o alcance desse fato terrível, de natureza espiritual, têm sido sentidos ao longo da história.

O pecado distanciou o homem de Deus e o levou a criar seus próprios deuses segundo suas malignas concupiscências, para agradarão príncipe deste mundo.

Toda religião que não tem Deus como o Criador, e Jesus Cristo, seu Filho, como Salvador, é instrumento do Diabo para afastar o homem de Deus.

  1. b) No relacionamento humano.

Quando Deus perguntou a Adão se ele havia comido do fruto da árvore proibida, este não assumiu a culpa, mas procurou justificar seu erro, acusando a esposa.

Quando Deus questionou Eva a respeito dos seus atos, ela transferiu a culpa para a serpente (Gn 3.9-13).

O relacionamento de Adão e Eva foi afetado pelo pecado, culpa e medo.

Não demorou muito, e ali, no Éden, houve um confronto entre o caráter mau, de Caim, e o caráter justo, de Abel.

Caim matou seu irmão, Abel (Gn 4.8).

Lameque matou um homem adulto e um jovem (Gn 4-23).

A morte e a corrupção se espalharam com o passar dos séculos.

O juízo de Deus foi enviado no seu tempo, através do Dilúvio (Gn 6-8).

  1. c) No relacionamento com a natureza.

“E tomou o SENHOR Deus o homem e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar” (Gn 2.15).

Além de cuidar do jardim, o homem teria o domínio da Terra, com autoridade delegada pelo Criador sobre todos os animais (Gn 1.28).

Mas, usando mal o seu livre–arbítrio, o ser humano fracassou em cuidar de si mesmo e do planeta. E tem poluído o ar, o solo, as águas e todo o ambiente natural.

Mas Deus destruirá os que destroem a Terra (Ap 11.18).

 

SÍNTESE DO TÓPICO (II)

A deformação do caráter humano veio com a Queda.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

A Queda

O primeiro pecado da humanidade abrangeu todos os demais pecados: a afronta e desobediência a Deus, o orgulho, a incredulidade, desejos errados, o desviar outras pessoas, assassinato em massa da posteridade e a submissão voluntária ao Diabo.

As consequências imediatas foram numerosas, extensivas e irónicas.

O relacionamento entre Deus e os homens, de franca comunhão, amor, confiança e segurança, foi trocado por isolamento, autodefesa, culpa e banimento.

Adão e Eva bem como o relacionamento entre eles, entram em degeneração.

A intimidade e a inocência cederam lugar à acusação.

Seu desejo rebelde pela independência resultou em dores de parto, labuta e morte.

Seus olhos realmente foram abertos, e eles conheceram o bem e o mal, mas era pesado esse conhecimento sem o equilíbrio de outros atributos divinos, como o amor, a sabedoria e o conhecimento.

A criação, confiada aos cuidados de Adão, foi amaldiçoada, gemendo pela libertação dos resultados da infidelidade dele.

Por estar a natureza humana tão deteriorada pela Queda, pessoa alguma tem a capacidade de fazer o que é espiritualmente bom sem a ajuda graciosa de Deus.

A esta condição chamamos corrupção total— ou depravação — da natureza” (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva Pentecostal. l.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 268).


III. A REDENÇÃO DO CARÁTER HUMANO

  1. Novo nascimento, transformação do caráter.

Jesus veio ao mundo para salvar o homem da tragédia do pecado e aproximá-lo novamente de Deus (Jo 3.16).

A salvação é um dom divino.

Ela é fruto da graça divina.

Pela fé em Jesus o homem recebe a salvação e se torna uma nova criatura, completamente transformada: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5.17).

O caráter daqueles que, pela fé, nasceram de novo, é poderosamente transformado pelo poder do Espírito Santo.

  1. A Palavra de Deus muda o caráter.

A salvação não é apenas uma mudança de religião, mas envolve regeneração (Jo 3.3,7), justificação (Rm 3.24; 5.1, 9; l Co 6.11) e santificação (Hb 12.14; l Ts 5.23).

No processo de santificação, vamos sendo transformados pela Palavra de Deus.

As Escrituras têm o poder de transformar o homem, pois somente elas podem penetrar em seu interior: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4.12).

  1. O caráter amoroso e santo do crente.

O cristão tem como uma de suas características principais o amor a Deus e ao próximo (Mt 22.34-40).

Quem não ama não conhece a Deus, ainda não teve seu caráter transformado e está em trevas (1Jo 2.9,11).

Unida ao amor está à santificação, sem a qual ninguém poderá ver ao Senhor (Hb 12.14).

Os que já experimentaram o novo nascimento devem viver de modo irrepreensível (1Ts 5.23).

SÍNTESE DO TÓPICO (III)

Jesus Cristo veio ao mundo para a redenção do caráter humano.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

A Redenção

A Bíblia também emprega a metáfora do resgate ou da redenção para descrever a obra salvífica de Cristo.

O tema aparece muito mais frequentemente no Antigo Testamento que no Novo.

O tema aparece muitas vezes no Antigo Testamento, referindo-se aos ritos da ‘redenção’ no tocante às pessoas ou aos bens.

O próprio Javé é o Redentor do seu povo, e eles são os redimidos.

O Senhor tomou medidas para redimir os primogénitos.

Ele redimiu Israel do Egito e também os remirá do exílio.

Às vezes Deus redime um indivíduo; ou um indivíduo ora, pedindo a redenção divina.

Mas a obra divina na redenção é primeiramente moral no seu escopo.

Em alguns textos bíblicos, a redenção claramente diz respeito aos assuntos morais. Salmos 130.8 diz: ‘Ele remirá a Israel de todas as suas iniquidades’.

Isaías diz que somente os ‘remidos’, os ‘resgatados’, andarão pelo chamado ‘O Caminho Santo’ (Is 35.8-10).

Diz ainda que a ‘filha de Sião’ será chamada ‘povo santo, os redimidos do senhor’.

No Novo Testamento, Jesus é tanto o “Resgatador” quanto o ‘resgate’; os pecadores são os ‘resgatados’.

Ele declara que veio ‘para dar a sua vida em resgate [gr. lutron] de muitos (Mt 20.28; Mc 10.45).

Era um ‘livramento [gr. apolutõsis] efetivado mediante a morte de Cristo, que libertou da ira retributiva de Deus e da penalidade merecida pelo pecado.

Paulo liga nossa justificação e o perdão dos pecados à redenção que há em Cristo.

Diz que Cristo ‘para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção’ (1Co 1.30).

Diz também que Cristo ‘se deu a si mesmo em preço de redenção por todos (1Tm 2.6)”

(HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva Pentecostat. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, pp. 356,357).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nosso caráter reflete nossos princípios.

Como novas criaturas, precisamos evidenciar os valores do Reino de Deus.

O homem salvo e remido por Cristo Jesus tem as marcas do Salvador no seu ser e no seu comportamento.

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