EBD – Lição 13 – Uma Vida de Frutificação

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LIÇÃO 13
UMA VIDA DE FRUTIFICAÇÃO

26 de março de 2017
Professor Alberto

 

TEXTO ÁUREO

 

“Toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto” (Jo 15.2).

 

 

VERDADE PRÁTICA

O crente só terá vida frutífera se estiver ligado à Videira Verdadeira, Jesus Cristo.

COMENTÁRIO DO TEXTO ÁUREO

 

“Toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto” (Jo 15.2).

O contexto do nosso texto áureo está no Evangelho Segundo escreveu o apóstolo João no capítulo 15 onde se encontra a continuação das últimas instruções do Senhor Jesus aos seus discípulos. Vejamos o comentário apresentado pelo Professor Antônio Reis: “Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto (João 15:2)” . O grego possui um jogo de palavras que é difícil traduzir para o português. O Pai corta (airei) todo ramo morto; ele poda (kathairei) todo ramo que dá fruto; de fato, os discípulos que estão ouvindo Jesus já estão limpos (katharoi v.3) por causa da palavra que Jesus falou para eles.1

Embora kathairei (lit. limpar) claramente significa podar nesta analogia (15: 2), não é a expressão mais comum da viticultura, apesar disso, infundi uma analogia com uma imagem da teologia joanina.2

Embora os discípulos tivessem sido purificados de seus pecados, eles foram advertidos por Cristo a continuar permanecendo Nele, para que continuassem a dar mais fruto. Aqueles discípulos em Cristo Jesus que continuam a dar fruto, o Pai vai podar, para que eles possam dar mais fruto. Contudo, aqueles discípulos em Cristo Jesus que não continuam a dar fruto – porque eles deixam de permanecer nEle – o Pai eventualmente “os removerá” de Cristo (João 15: 2). Aqui há um ponto essência para a fé cristã, a nossa perseverança (a salvação final) é condicionada a permanecer em Cristo. Um aspecto que esse texto nos deixa saber, que embora um ramos possa a vir ser cortado da videira, de forma alguma isso pode necessariamente significar que ele nunca frutificou, ou foi simplesmente falso, não estando assim nunca ligado a videira como um ramo verdadeiro, como algumas orientações teológica tentam vergar o texto para isso dizer, mas é importante compreendermos que esses ramos cortados em algum momento foram autênticos cristãos com uma vida frutificando, mas por não deixar se limpar pela palavra (Jo 17:17), tornaram se ramos secos e estéril.

 

Deus purifica todo o cristão para que possam ser mais úteis. Ele tira o que impediu sua frutificação; Ensina-os; Vivifica-os; Revive-os; Torna-os mais puros. Isso ele faz pelas influências regulares de seu Espírito em santificá-los, purificando, ensinando-lhes a beleza da santidade, e induzindo-os a dedicar-se mais a ele. Ele faz isso tirando tudo àquilo que se opõe à sua utilidade, por mais que eles possam estar ligados a videira. Nenhum um ramo pode ser purificado para assim tornar se mais frutífero a parte de Cristo, porque sem mim nada podeis fazer Jo. 15:5 é somente permanecendo nele, que poderemos sermos cristãos que produzam frutos para o reinos de Deus. Fora de Cristo encontramo-nos totalmente separada da vida que somente pode ser encontrada Nele.

 

Esse texto nos fala de Santificação e faz se necessário compreendermos que santificação é um processo pelo qual o cristão deve passar como nova criatura, mas isso não nos fala de monergismo, a saber, enquanto buscamos como cristão termos uma vida frutífera em nossa relação com Deus, não há uma única força agindo, isso sim nos diz de sinergismo, ou seja, uma ação divina e uma vontade humana que tornou se habilitada pela graça de Deus. Quando efetivamente alcançamos uma vida com cristo de santidade, isso não configura mérito humano, mas simplesmente isso ocorre porque respondemos positivamente a ação da graça de Deus em nossa vida, graça essa que pode ser denominada de graça santificadora, desde que graça não é um ato soberano que não possa ser resistido. Por outro lado, quando resistimos a essa graça atraímos para nos toda a responsabilidade de não vivermos uma vida de maior santidade e isso torna o homem totalmente responsável por sua separação de Deus, quando finalmente são removidos da videira.

 

Um aspecto histórico sobre a doutrina uma vez salvo, sempre salvo.

 

O que a Igreja Cristã acreditou historicamente a respeito da segurança do crente não é o teste final para determinar a nossa posição sobre esta questão hoje, mas a falta de precedentes históricos deve servir como um aviso. Antes de João Calvino, o ensino da segurança eterna incondicional não era uma doutrina que foi ensinada pela igreja universal através dos séculos. Portanto, enquanto as Escrituras são o teste final para a verdade sobre esta questão, “uma vez salvo, sempre salvo”, os professores precisam reconhecer que sua doutrina é historicamente uma anomalia. Além disso, a marca do ensino “uma vez salvo, salvo sempre” que diz às pessoas que elas podem parar de acreditar e ainda estar no seu caminho para o céu (mas com menos recompensas) não se encontra em nenhum lugar no cristianismo histórico antes do século XX.

 

Como poderia uma doutrina tão importante – se for verdadeira – permanecer completamente descoberta durante os primeiros 1500 anos da história da Igreja e, se Jesus voltasse em qualquer momento desses três quartos de toda a história da Igreja? ”

 

Outras doutrinas importantes têm sido conhecidas por toda a história cristã. Os cristãos sempre souberam, mesmo quando os hereges o negavam, que Jesus Cristo era Deus. Os cristãos sempre souberam, mesmo quando os hereges o negavam, que Jesus Cristo é plenamente homem e plenamente Deus. E os cristãos sempre souberam, mesmo quando os hereges o negavam, que eles eram salvos puramente pela graça de Deus.

 

Então, quando se descobre que os cristãos nunca souberam que os verdadeiros cristãos nunca podem cair, e então, de repente, 1500 anos depois, alguém começa a reivindicá-lo, é preciso perguntar quem está transmitindo o verdadeiro ensinamento dos apóstolos e quem está ensinando heresia.

 

1-Carson, D.A. comentário de João. Shedd publicações, pg 516

2- Keener, Craig. S. Commentary the gospel John, Hendrickson Publisher, 996

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

 

João 15.1- 16

1 EU sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.

2 Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.

3 Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado.

4 Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.

5 Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.

6 Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.

 

 

OBJETIVO GERAL

 

Explicar que o crente só terá uma vida frutífera se estiver ligado à Videira Verdadeira.

 

 

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

 

Graças a Deus por mais um trimestre concluído.

Com certeza você e seus alunos estão experimentando um tempo de frutificação.

Fomos chamados pelo Pai para produzirmos bons frutos afim de que o nome dEle seja glorificado.

Os dons espirituais são importantes para o crente, mas estes precisam ser acompanhados do fruto, pois o fruto está relacionado ao caráter de Cristo em nós.

Ele evidencia a nossa comunhão com o Pai e o quanto temos aprendido com Ele.

Ore por seus alunos. Peça ao Senhor que todos possam ter uma vida frutífera até a volta de Jesus Cristo.

 

COMENTÁRIO

 

INTRODUÇÃO

 

Nesta última lição do trimestre, estudaremos a respeito da frutificação na vida do crente.

Você tem produzido o fruto do Espírito?

Precisamos frutificar!

Por isso, necessitamos estar Ligados à Videira Verdadeira.

É Cristo em nós que nos permite produzir o fruto do Espírito.

Sem Ele nada podemos (Jo 15.4).

O propósito de uma vida frutífera é tão somente glorificar o Pai (Jo 15-8).

 

PONTO CENTRAL

 

O crente precisa frutificar.

 

I.A VIDEIRA E SEUS RAMOS

 

  1. A parábola da vinha.

No texto da Leitura Bíblica em Classe, encontramos uma parábola, ou alegoria, a respeito da videira.

A videira é o próprio Senhor Jesus Cristo e os ramos são todos os discípulos de Cristo.

Como discípulos precisamos estar ligados à videira para termos uma vida frutífera (Jo 15.1).

Como lavrador, o Pai tem cuidado de nós com zelo e amor para que possamos produzir frutos em abundância.

Fomos alcançados unicamente pela graça divina, e a única coisa que Ele exige de nós é que venhamos a frutificar.

 

  1. Condição para ser produtivo.

Segundo os agrónomos, a videira leva três anos para dar os primeiros frutos.

As uvas não nascem logo depois da semente germinar no solo.

É preciso tempo e muitos cuidados. Na vida espiritual, é preciso discipulado, ensino da Palavra de Deus.

Contudo, para ser frutífero é imprescindível estar ligado a Cristo, a Videira Verdadeira.

Longe dEle não existe vida, apenas morte.

Quando os ramos se afastam da Videira, logo deixam de receber da sua seiva, tornando-se secos e infrutíferos.

 

  1. A poda.

Podar é aparar os ramos que estão atrapalhando o desenvolvimento da planta.

A poda ajuda a produzir novos ramos, fazendo com que a produção de frutos seja maior.

Na vida espiritual, também somos podados e cuidados pelo Senhor.

Ele retira de nós tudo que nos impede de frutificar.

Contudo, se depois de cuidados não produzirmos frutos, não resta alternativa a não ser o corte e o descarte no fogo (3o 15.2).

Na vinha do Senhor, não há ramos para enfeitar, todos precisam ser frutíferos

 

SÍNTESE DO TÓPICO (I)

 

Para frutificar, precisamos estar ligados à Videira.

 

 

SUBSÍDIO DIDÁTICO

 

A poda dos ramos (Jo 15.1-10)

 

Eu sou a videira, e meu Pai é o lavrador. Neste versículo, “eu” e “ verdadeira” em grego são enfáticos. Assim, em contraste com os outros (os líderes religiosos) que reivindicam ser parte do povo de Deus, Jesus e seus seguidores emergem como seu verdadeiro povo. Isto enfatiza sua singularidade como caminho para Deus.

No versículo 2, surge o assunto desta seção: a santificação. A palavra que a expressa é o verbo limpar (cortar, desbastar, podar). Esta palavra pertence ao aspecto religioso de “ tornar santo” ou “ santificar”. O que se resume, então, é uma visão da igreja discutida acima, mas o que fica óbvio é que Deus limpa o crente; e esta alegria da vinha apropriadamente expressa isso. Também deve ser observado que a santificação é um processo normal no discipulado. O propósito da poda é aumentar a frutificação.

Os versículos 3 e 5 falam da união de Jesus e os crentes em termos figurativos dos ramos e dos tronco.

Jesus expressa o fato dessa união de palavras: ‘Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado’ (v. 3). Mas resultado dessa união é o processo de crescimento — em termos figurativos: dar frutos. Considerando que um ramo não pode dar frutos a menos que esteja ligado ao tronco (a pessoa tem que permanecer em Cristo), o fruto tem um significado certo. No contexto dos capítulos 13 a 17, o fruto é o amor, característica fundamental de Deus. Para poder viver como Deus, a pessoa tem de nascer de novo e segui-lo. Este amor tem de ser desenvolvido pelo ‘processo da poda’

(Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. 4.ed. Vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 586).

 

CONHEÇA MAIS

 

Sendo produtivos

“Uma videira que produz muito fruto glorifica a Deus, pois Ele envia diariamente a luz do sol e a chuva para fazer crescer as colheitas, e nutre constantemente cada planta, preparando-a para florescer. Que momento de glória será para o Senhor quando a colheita for trazida aos celeiros, madura e pronta para usar! Ele fez isto acontecer! Esta analogia agrícola mostra como Deus é glorificado quando estamos em um relacionamento correto com Ele e começamos a ‘dar muito fruto’ em nossas vidas.”

Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal, CPAD, p. 578.

 

II. O FUNDAMENTO DA FRUTIFICAÇÃO ESPIRITUAL

 

  1. Firmados no amor de Cristo.

O amor é o fruto excelente (Gl 5.22).

Fomos alcançados pela graça e o amor de Cristo (Rm 3.24).

A graça divina, além de destruir os pecados, enxerta em nós a semente do amor.

O amor nos ajuda a vencer os efeitos da arrogância, o egoísmo e a incredulidade.

Cristo é o nosso exemplo por excelência de amor altruísta.

Ele se sacrificou pelos pecadores (Jo 3.16).

O que nos identifica como discípulos de Jesus é o amor.

O amor nos leva a servir ao nosso próximo e esse servir é sem interesses ou vantagens materiais.

 

  1. Por que o amor é a base da frutificação?

Porque ele é o alicerce de todas as virtudes (1Co 13-13).

Não podemos nos esquecer que o amor deve ser revelado em atitudes.

Não adianta dizer que ama e tem fé se não tiver as boas obras (Tg 2.14).

A fé sem obras e sem amor é morta (Tg 2.17, 26).

O amor precisa ser visto mediante as nossas obras.

Existem muitas pessoas carentes e necessitadas que precisam do nosso amor e ajuda.

 

  1. Cheios do Espírito e de amor.

O amor é gerado em nossos corações pela ação do Espírito Santo.

Não podemos nos esquecer que somos templo, habitação do Consolador.

Esta virtude era uma das características mais marcantes da Igreja Primitiva.

Por quê? Porque todos ali eram cheios do Espírito.

O amor fazia com que repartissem seus bens: “Não havia, pois, entre eles necessitado algum […]” (At 4.34). Levava também os crentes a amarem, mesmo sofrendo perseguição e morte (At 7.60).

 

SÍNTESE DO TÓPICO (II)

 

O fundamento da f ratificação espiritual está em ser cheio do Espírito Santo e de amor.

 

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

 

O princípio da frutificação está revelado no primeiro capítulo de Génesis (Gn 1.1). Note que a lei agrária estabelecida por Deus determina que cada planta e árvore produza fruto segundo a sua espécie.

A frutificação espiritual segue o mesmo princípio. 3oão Batista, o precursor do Messias, exigiu dos seus convertidos: ‘Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento’ (Mt 3.8). Em João 15.1-16, Jesus enfatizou este princípio deixando claro aos seus seguidores que para darem fruto exuberante para Deus, necessário é que antes cresçam em Cristo e nisso perseverem seguindo os ensinos da Palavra de Deus. Boas condições de crescimento e desenvolvimento da planta no reino vegetal, sem esquecer da boa saúde da semente e do meio ambiente ideal e da limpeza, são elementos indispensáveis para a boa frutificação. É também o que ocorre no reino espiritual, na vida do crente, na Igreja, para que haja em todos nós fruto abundante para Deus.

De que tipo de fruto Jesus estava falando em João 15.1-16? A resposta nos é dada em Gaiatas 5.22; ‘O fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança’. Em outras palavras, o fruto do Espírito é no crente a existência de um caráter semelhante a Cristo; um caráter que testemunha de Jesus e que o revela em seu viver diário. É a breve vida de Cristo manifesta no cristão. Como é que o povo à nossa volta está vendo Cristo em nós? Em família, no emprego, nas viagens, na escola, na igreja, nos relacionamentos pessoais, nos tratos, no lazer, no porte em geral, na vida cristã?”

(Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p. 1723).

 

III. CHAMADOS PARA FRUTIFICAR 

  

  1. Revestidos de amor.

Em Colossenses 3.12, Paulo orienta os crentes para que se vistam de misericórdia, benignidade, mansidão e longanimidade.

Busquemos “as coisa que são de cima” (Cl 3-1,2).

Suas atitudes devem refletir tal verdade. Mediante a fé no sacrifício de Cristo, já retiramos a “roupa velha”, nossos trapos de imundícia, que é a natureza pecaminosa.

O amor, fruto do Espírito, em nossa vida nos conduz:

 

  1. a) A frutificar em nosso relacionamento espiritual.

Passamos a experimentar uma maior comunhão como o Pai mediante a oração, o jejum e a leitura a Palavra de Deus.

 

  1. b) A ter um relacionamento conjugal frutífero.

Se amarmos a Deus amamos também o nosso cônjuge como um amor altruísta. Amar a esposa é um princípio Divino para os maridos: “ Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela (Ef 5.25).

 

  1. Se a Palavra estiver nós.

Só é possível frutificar se Cristo e suas palavras estiverem plantados em nós.

Essa também é a condição para que as nossas orações sejam ouvidas e respondidas (Jo 15.7).

É por intermédio das Palavras de Jesus, ou seja, por meio de seus ensinamentos, que podemos orar corretamente, segundo a vontade do Pai.

As palavras de Jesus fazem com que nos tornar semelhantes a Ele.

 

  1. Cumprindo a Lei.

Na Epístola ao Romanos, Paulo trata com profundidade a respeito da lei.

Ele mostra que somente o que ama tem condições de cumprir a lei:“[…] quem ama aos outros cumpriu a lei” (Rm 13.8).

O apóstolo também exorta os crentes, afirmando que “o cumprimento da lei é o amor” (Rm 13.10).

O amor de Cristo, em nós, nos ajuda a observar os mandamentos e princípios divinos para a nossa vida.

 

SÍNTESE DO TÓPICO (III)

 

Fomos chamados do mundo para frutificar para a glória de Deus.

 

SUBSÍDIO DIDÁTICO

 

Romanos 13.10

Copie no quadro o esquema abaixo. Depois faça aos alunos a seguinte pergunta: “Qual o propósito da frutificação na vida do crente?” Incentive a participação de todos e ouça as respostas dos alunos. Explique que no Reino de Deus tudo tem um propósito. Em relação ao fruto do Espírito Santo não é diferente. Em seguida, utilize o quadro para mostrar os reais propósitos da frutificação espiritual.

 

O PROPÓSITO DA PURIFICAÇÃO

  1. A purificação é uma expressão da vida de Cristo.
  2. A purificação é evidência do discipulado.
  3. A purificação abençoa outras pessoas.
  4. A purificação traz glória a Deus.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

O amor de Deus por nós é singular.

Quando experimentamos desse amor somos transformados e, então, passamos a produzir o fruto do Espírito.

Que venhamos a frutificar em todas as áreas da nossa vida, a fim de que o nome de Jesus, o nosso amado, seja glorificado e exaltado.

 

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